Descubra o Exame Essencial para Detectar a Cinomose em Cães: Saúde Canina em Primeiro Lugar!

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Descubra o Exame Essencial para Detectar a Cinomose em Cães: Saúde Canina em Primeiro Lugar!

Se a mãe não tiver sido vacinada e for contaminada, os filhos podem receber o vírus e começar a manifestar a doença entre a 4ª e 6ª semanas de vida. Mesmo cães não vacinados podem ter resistência ao vírus e, por isso, conseguem eliminá-lo. Além disso, cães filhotes podem manter células de defesa da mãe por algumas semanas após o nascimento, tornando-os mais imunes à infecção. Assim como na doença canina, a cinomose em gatos não tem tratamento específico e a medicação visa apenas combater os sintomas decorrentes da infecção.

A cinomose é uma doença viral altamente contagiosa que afeta os cães e pode causar uma série de complicações sérias e até mesmo a morte. Causada pelo vírus da cinomose canina (CDV), a transmissão ocorre principalmente através do contato com secreções de cães infectados. Os sintomas da doença podem variar desde febre, secreção ocular e nasal até alterações neurológicas graves, como convulsões. Dada a gravidade da infecção e a rapidez com que ela pode se espalhar entre a população canina, a detecção precoce de cinomose é fundamental para garantir o tratamento adequado e aumentar as chances de recuperação dos animais afetados. No entanto, para que possamos identificar a presença do vírus, é necessário realizar exames específicos. A eficiência destes testes e sua aplicação correta são cruciais não só para o diagnóstico, mas também para a implementação de medidas preventivas que possam reduzir a disseminação do vírus entre os animais. Neste artigo, abordaremos quais exames são utilizados para detectar a cinomose em cães e como são realizados.

O único tratamento que se pode dar atualmente aos cachorros infetados com cinomose consiste em minimizar os sintomas, evitar a desidratação e prevenir infecções secundárias. Se chegar aí, o veterinário pode recomendar a eutanásia para evitar um maior sofrimento ao cachorro. Na desmielinização aguda, por volta da terceira semana após a infecção, não parece haver a participação da resposta imunitária inflamatória mas sim, o efeito do vírus alterando o funcionamento dos oligodendrócitos. Na fase crônica, ao contrário, percebe-se a presença da reposta imunitária local desencadeando resposta inflamatória, o que parece ser responsável pelo processo de desmielinização.

Exames utilizados para detectar cinomose em cães

A cinomose afeta cachorros de todas as raças e portes, independente de idade ou sexo, e pode ser fatal, especialmente entre filhotes. Algumas raças caninas, como o shih tzu e o lhasa apso, pareciam ser resistentes à infecção, mas atualmente sabe-se que esta pretensa proteção era devida ao isolamento geográfico inicial. A cinomose é uma infecção viral altamente contagiosa causada pelo CDV (canine distemper virus), da família Paramyxoviridae, gênero Morbilivírus. Ela afeta alguns animais silvestres, como doninhas, furões, lontras e guaxinins, além de canídeos como lobos e raposas. Não há um tratamento para cura da cinomose, mas é possível, sim, que o pet sobreviva. Existem casos que deixam sequelas neurológicas, fazendo com que o cachorro chore bastante, fique mais prostrado, tenha convulsões, perca o equilíbrio, tenha dificuldade de andar e outros.

Existem alguns métodos eficazes para diagnosticar a cinomose em cães, que podem ser divididos em testes clínicos e laboratoriais. O primeiro passo geralmente é a avaliação clínica feita pelo veterinário, que considera os sinais clínicos e a história do animal.  exame para cinomose canina  exames laboratoriais são essenciais para confirmar a presença do vírus e incluem o teste de imunofluorescência e o PCR (reação em cadeia da polimerase).

Teste de Imunofluorescência

O teste de imunofluorescência é um método laboratorial que permite detectar partículas virais em amostras de tecido ou fluidos do animal. Este teste utiliza anticorpos marcados fluorescentemente que se ligam ao vírus, tornando-o visível sob um microscópio especial. O teste é considerado bastante específico e pode confirmar a infecção ativa, detectando antígenos virais nos leucócitos ou nas secreções do cão.

PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)

A PCR é um dos exames mais sensíveis e precisos atualmente disponíveis para a detecção de cinomose. Neste procedimento, uma amostra de sangue ou tecido é obtida e submetida a amplificação de sequências genéticas do vírus se presentes. O resultado pode ser obtido rapidamente, muitas vezes em menos de 24 horas, e a sua alta sensibilidade torna a PCR uma ferramenta valiosa no diagnóstico precoce da doença.

Considerações Finais

A detecção precoce da cinomose em cães é vital para aumentar as chances de sucesso no tratamento e para proteger a saúde dos animais em grande risco de contágio. Os exames de imunofluorescência e PCR são métodos eficazes que podem confirmar a infecção e auxiliar na tomada de decisões sobre a conduta terapêutica adequada. Além disso, é fundamental que os tutores de cães estejam cientes da importância da vacinação e das medidas preventivas, uma vez que a profilaxia é a melhor forma de controlar a disseminação do vírus da cinomose na população canina. Consultas regulares ao veterinário e a observação atenta dos sinais clínicos do seu animal de estimação podem fazer toda a diferença na manutenção da saúde do seu cão.

O Que é a Cinomose Canina?

A cinomose é uma doença viral grave que afeta cães e pode causar uma série de sintomas, afetando múltiplos sistemas do corpo, incluindo o respiratório, gastrointestinal e nervoso. O vírus responsável, conhecido como vírus da cinomose canina (CDV), é altamente contagioso e pode ser transmitido através de secreções corporais. Entender os sinais e sintomas da cinomose é fundamental para a detecção precoce e tratamento adequado.

Sintomas Comuns da Cinomose

Os sintomas da cinomose geralmente aparecem em várias fases. Os sinais iniciais podem incluir febre, tosse, secreção nasal e ocular, além de letargia e perda de apetite. Em seguida, podem surgir sintomas mais graves, como convulsões e movimentos descoordenados, que indicam o envolvimento do sistema nervoso. Reconhecer esses sintomas precocemente é vital para um diagnóstico rápido.

Exames Diagnósticos Usados na Detecção

Para diagnosticar a cinomose, existem alguns exames que veterinários podem realizar. O exame físico é o primeiro passo, mas testes laboratoriais são essenciais para confirmação. O mais comum é o teste de reação em cadeia da polimerase (PCR), que detecta o material genético do vírus na amostra biológica do animal. Outros exames incluem sorologia, que busca anticorpos contra o CDV, e hemogramas que avaliam o estado geral de saúde do cão.

A Importância do Diagnóstico Precoce

O diagnóstico precoce da cinomose canina é crucial para o sucesso do tratamento. Quanto mais rápido o vírus for identificado, maiores são as chances de intervenção e recuperação. Tratamentos precoces podem incluir suporte, como fluidos intravenosos, medicamentos para controlar os sintomas e, em casos mais severos, terapia antiviral. A detecção oportuna pode reduzir as complicações e salvaguardar a qualidade de vida do animal.

Prevenção da Cinomose em Cães

A prevenção é a melhor abordagem contra a cinomose. A vacinação é essencial e deve ser realizada em filhotes a partir de seis semanas de idade, com reforços conforme recomendado pelo veterinário. Além disso, evitar o contato com cães não vacinados e prevenir situações de estresse que possam comprometer o sistema imunológico são medidas efetivas para minimizar o risco de infecção.

Tratamento e Cuidados Pós-Diagnóstico

Uma vez diagnosticada a cinomose, o tratamento pode variar conforme a gravidade da doença. Os cuidados incluem manter o cão em um ambiente confortável e tranquilo, monitorar a hidratação e a alimentação, e realizar acompanhamento veterinário regular. Além disso, é essencial observar qualquer alteração no comportamento ou sintomas novos, pois o acompanhamento contínuo pode ser vital para a recuperação.

Conclusão: Vigilância e Cuidado

Em resumo, a cinomose é uma doença que exige atenção redobrada dos tutores de cães. O uso de métodos diagnósticos eficazes, como o PCR e a sorologia, aliado à vigilância constante sobre a saúde do animal, pode levar a diagnósticos precoces e melhores taxas de recuperação. Invista na vacinação e na saúde preventiva do seu cão, pois essas práticas são fundamentais para combater essa doença viral devastadora.